Mulherio das Letras

Um marco histórico cravado em João Pessoa Durante quatro dias em João Pessoa tentei, todas as noites, escrever sobre o nosso encontro. Os dedos permaneciam em prontidão, aguardando alguma mensagem do cérebro que pudesse ser decodificada e transformada em palavras, mas nada saía. Os dias por lá terminaram, retornei à casa e o turbilhão de Leia mais… »

Quarenta e duas rosas brancas

Assisto à chuva pela janela e me lembro da mulher que jogou quarenta e duas rosas brancas para Iemanjá à meia-noite do dia 31 de dezembro. Sob a tempestade, lá estava, segurando com uma das mãos o guarda-chuva – que não guardava nada –, e na outra, a sua oferenda. Ajoelhada à beira d’água, fez Leia mais… »

Eu, meu pai, Haroldo de Andrade e seu programa

Curtia um momento de audição de música clássica no fim de semana em casa. Meu marido descobriu uma coleção antiga e resolveu bisbilhotar o que havia para apreciar. Ouvíamos uma coletânea, digamos, popular, quando tocou o Concerto Nº 1 para Piano e Orquestra, de Tchaikovsky. “É a trilha de abertura do programa Haroldo de Andrade! Leia mais… »